Líder do governo na Assembleia Legislativa rebate declaração e aponta desinformação sobre gestão da saúde em Guanambi
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| ACM Neto gera polêmica ao criticar hospital em Guanambi • Foto: Foto: Daniel Ribeiro/Ascom |
Uma declaração envolvendo o Hospital Geral de Guanambi colocou o ex-prefeito ACM Neto no centro de uma controvérsia política na Bahia. O líder do governo estadual reagiu, classificando a fala como desinformação sobre a estrutura de saúde local.
O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, entrou no centro de um novo embate político ao criticar a situação do Hospital Geral de Guanambi. A declaração provocou reação imediata do líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia, deputado estadual Rosemberg Pinto, que contestou a veracidade das afirmações.
Segundo o parlamentar, a narrativa apresentada pelo oposicionista não condiz com os fatos históricos e estruturais do equipamento público. O Hospital Geral de Guanambi, conforme destacado, foi inaugurado em 27 de julho de 1998 e, desde então, atua como referência no atendimento regional, atendendo não apenas o município, mas diversas cidades do entorno.
Rosemberg Pinto, líder governista, enfatizou que o hospital não apenas existe há décadas, como também passou por sucessivas melhorias estruturais. Entre os avanços apontados estão a ampliação da unidade, a criação de novos leitos, a modernização da maternidade e a atualização de setores estratégicos como imagem e neurocirurgia.
No contexto político, a crítica ganha dimensão maior ao envolver o atual governador Jerônimo Rodrigues, que foi citado indiretamente na discussão. A base governista interpreta a declaração como uma tentativa de desgastar a gestão estadual da saúde, enquanto a oposição sustenta a necessidade de debate sobre investimentos públicos.
Outro ponto levantado pelo líder do governo diz respeito à construção da sede própria do Hospital Municipal de Guanambi, obra distinta e em andamento. Segundo ele, o projeto está em fase avançada, sendo viabilizado por emenda parlamentar, convênio com a Caixa Econômica Federal e contrapartida da prefeitura local.
A repercussão do episódio reforça o clima de polarização no cenário político baiano, especialmente em temas sensíveis como a saúde pública. O embate evidencia a disputa narrativa entre governo e oposição, com impactos diretos no debate público e na percepção da população sobre a gestão estadual.

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