Declaração de Reinaldo Braga Filho amplia críticas à gestão estadual durante agenda do Programa de Governo Participativo do PT no interior da Bahia.

O coordenador político de ACM Neto, Reinaldo Braga Filho, criticou as reuniões do Programa de Governo Participativo (PGP 2026) realizadas pelo governo estadual em Irecê. Segundo ele, antigas demandas da população continuam sem solução mesmo após encontros anteriores promovidos pelo PT na Bahia.
Coordenador de ACM Neto critica PGP 2026 em Irecê e afirma que promessas do governo estadual seguem sem solução • Foto: Divulgação/Arquivo 

O coordenador político de ACM Neto, Reinaldo Braga Filho, criticou as reuniões do Programa de Governo Participativo (PGP 2026) realizadas pelo governo estadual em Irecê. Segundo ele, antigas demandas da população continuam sem solução mesmo após encontros anteriores promovidos pelo PT na Bahia.

O coordenador político de ACM Neto e ex-prefeito de Xique-Xique, Reinaldo Braga Filho, elevou o tom das críticas contra o governo estadual ao comentar as reuniões do Programa de Governo Participativo (PGP 2026), promovidas pelo Partido dos Trabalhadores no interior da Bahia.

As declarações ocorreram às vésperas da abertura da agenda do programa em Irecê e Seabra, municípios que receberão os primeiros encontros regionais da iniciativa voltada à construção do planejamento político e administrativo para 2026.

Segundo Reinaldo Braga Filho, as demandas apresentadas pela população durante encontros anteriores seguem sem respostas concretas por parte do governo. O ex-prefeito afirmou que a repetição das promessas tem gerado desgaste político e descrença entre moradores da região.

“2026, ano eleitoral. Mais uma vez, o atual governo vem à região fazer reuniões para o seu programa de governo participativo. Fizeram em 2022 e não tiraram as obras do papel”, declarou.

O coordenador ligado ao grupo político de ACM Neto também criticou os gastos estruturais realizados nos eventos do programa estadual. De acordo com ele, há repetição de cobranças populares relacionadas principalmente à infraestrutura, saúde e desenvolvimento regional, sem avanço efetivo nas obras anunciadas anteriormente.

“Nada foi resolvido. Tá virando piada. O governo só vem, gasta uma fortuna com logística, com local, com som, com telão. O povo sempre acredita, mas as obras não saem do papel”, afirmou.

As declarações reforçam o movimento de oposição ao governo estadual no interior da Bahia, especialmente em regiões estratégicas para a disputa política de 2026. A crítica também ocorre em um momento de intensificação das agendas públicas do PT nos territórios baianos.

O PGP 2026 é apresentado pelo partido como um instrumento de participação popular para formulação de políticas públicas e planejamento estadual. A proposta prevê encontros nos 27 territórios de identidade da Bahia, abordando temas como segurança pública, educação, infraestrutura, saúde e desenvolvimento econômico.

A expectativa é que os debates regionais sirvam de base para a construção das futuras diretrizes administrativas e eleitorais do grupo governista no estado.