Medidas do Governo da Bahia ampliam investimentos no PNAE e destinam R$ 16 milhões para fortalecer cooperativas e a agricultura familiar no interior do estado.
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| Jerônimo amplia contratos da alimentação escolar e lança editais para agricultura familiar em Feira de Santana • Foto: Divulgação |
O governador Jerônimo Rodrigues anunciou a ampliação dos contratos da alimentação escolar e novos editais voltados à agricultura familiar em Feira de Santana. O pacote reúne investimentos superiores a R$ 66 milhões entre contratos públicos e incentivos produtivos.
O governador Jerônimo Rodrigues apresentou, em Feira de Santana, um conjunto de medidas voltadas ao fortalecimento da alimentação escolar e da agricultura familiar na Bahia. As ações incluem a ampliação dos contratos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e a abertura de novos editais produtivos destinados a cooperativas e produtores rurais.
Segundo o governo estadual, os contratos ligados ao PNAE ultrapassam R$ 50 milhões, enquanto os novos editais somam cerca de R$ 16 milhões em investimentos voltados à diversificação econômica e ao fortalecimento da produção agrícola regional.
A iniciativa também prevê apoio logístico e mecanismos de acompanhamento técnico, com foco em indicadores de desempenho relacionados ao cumprimento de prazos, qualidade dos alimentos, capacidade de entrega, transparência contratual e impacto direto sobre a renda das famílias agricultoras.
De acordo com a gestão estadual, a integração entre alimentação escolar e agricultura familiar busca utilizar o poder de compra do Estado como instrumento de desenvolvimento territorial, ampliando oportunidades para cooperativas e pequenos produtores em diferentes regiões da Bahia.
O pacote anunciado em Feira de Santana é considerado estratégico dentro da política de desenvolvimento rural do governo, principalmente por reunir contratos públicos, editais produtivos e suporte operacional em uma mesma agenda institucional.
Apesar do volume financeiro anunciado, especialistas do setor avaliam que o sucesso da iniciativa dependerá da capacidade de execução dos contratos, da regularidade dos pagamentos, da manutenção da qualidade dos produtos entregues e da consolidação das cooperativas como agentes econômicos autônomos dentro da cadeia de fornecimento público.

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