Declarações envolvem embate político entre ex-ministro e ex-governador, com menção a dados do TCU e gestão federal durante a pandemia.
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| João Roma rebate Rui Costa e cita desperdício de R$ 260 milhões com vacinas • Foto: Vagner Souza/BNews |
O pré-candidato ao Senado, João Roma, rebateu críticas de Rui Costa e citou suposto desperdício de R$ 260 milhões com vacinas no governo federal. O episódio ocorreu nesta segunda-feira (4), envolvendo declarações sobre a gestão da pandemia na Bahia.
O pré-candidato ao Senado João Roma (PL) reagiu publicamente às declarações do ex-governador da Bahia e ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), intensificando o embate político em torno da condução da pandemia de Covid-19.
Roma contestou críticas feitas anteriormente por Rui Costa, que havia associado ele e outros nomes políticos às mortes registradas durante o período pandêmico. Em resposta, o ex-ministro da Cidadania mencionou dados do Tribunal de Contas da União (TCU), divulgados em reportagem recente, que apontariam suposto desperdício de recursos públicos na aquisição de vacinas Coronavac.
Segundo Roma, os dados indicam que o governo federal teria registrado perdas na ordem de R$ 260 milhões relacionadas à gestão de imunizantes. O pré-candidato atribuiu responsabilidade indireta à atuação de Rui Costa durante sua passagem pela Casa Civil, destacando o que classificou como falhas administrativas.
Durante a declaração, Roma também retomou episódios ocorridos na Bahia, citando investigações relacionadas à compra de respiradores durante o auge da pandemia. Ele afirmou que houve inconsistências na aplicação de recursos públicos, ampliando o tom crítico em relação à atuação do ex-governador.
O episódio reforça o clima de tensão política no estado, especialmente diante da aproximação do calendário eleitoral. O confronto de narrativas entre aliados do governo federal anterior e representantes do Partido dos Trabalhadores evidencia disputas sobre a condução da crise sanitária e seus impactos administrativos.
Além disso, Roma comparou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro com administrações petistas, defendendo a atuação federal na distribuição de vacinas e criticando o que chamou de falhas estruturais na condução das políticas públicas durante a pandemia.

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