Ato oficial marca início da construção da primeira Maternidade Municipal, com investimento federal e impacto direto na rede de saúde pública.
A iniciativa reforça a gestão da Prefeitura de Lauro de Freitas na ampliação da assistência obstétrica e neonatal.

A prefeita de Lauro de Freitas, Débora Regis, assinou a ordem de serviço para a construção da primeira maternidade municipal da cidade, nesta quinta-feira (7). A obra integra o projeto de expansão da saúde pública com apoio federal e foco no atendimento materno-infantil.
Prefeita assina ordem da Maternidade de Lauro de Freitas • Foto: Divulgação 

A prefeita de Lauro de Freitas, Débora Regis, assinou a ordem de serviço para a construção da primeira maternidade municipal da cidade, nesta quinta-feira (7).
A obra integra o projeto de expansão da saúde pública com apoio federal e foco no atendimento materno-infantil.

A Prefeitura de Lauro de Freitas deu início oficial a uma das principais obras da área da saúde no município com a assinatura da ordem de serviço para a construção da Maternidade de Lauro de Freitas, realizada pela prefeita Débora Regis.

O evento ocorreu na Via Metropolitana, próximo ao canteiro de obras do condomínio Joanes Parque, e marca o começo da execução da primeira maternidade municipal da cidade, considerada uma demanda histórica da população.

A unidade será de porte I, com aproximadamente 8 mil metros quadrados de área construída e capacidade para até 100 leitos. O equipamento terá funcionamento 24 horas, com atendimento voltado a gestantes, puérperas e recém-nascidos, ampliando a estrutura da rede de atenção obstétrica e neonatal do município.

Segundo a gestão municipal, o projeto conta com financiamento federal e será executado pela própria Prefeitura, reforçando a parceria institucional entre os entes públicos.

Durante o pronunciamento, a prefeita Débora Regis destacou o caráter social da obra e afirmou que o foco da iniciativa é garantir atendimento humanizado e de qualidade às mulheres do município, evitando a politização do tema.

A gestora também justificou o adiamento da assinatura, que estava prevista para terça-feira (5), explicando que a decisão foi tomada para viabilizar a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, como gesto de respeito institucional.

A presença de representantes federais reforça o alinhamento entre as esferas de governo na condução do projeto, considerado estratégico para a regionalização do atendimento e redução de sobrecarga em unidades de saúde da região metropolitana.

Especialistas apontam que a implantação da Maternidade de Lauro de Freitas deve ampliar a capacidade de resposta do sistema público, além de melhorar o acompanhamento pré-natal e reduzir riscos no atendimento obstétrico e neonatal.