Indicação na Assembleia Legislativa propõe ação do Governo da Bahia para reforçar a rede de saúde materno-infantil no Sudoeste.

O deputado estadual Vitor Azevedo protocolou indicação solicitando a construção de uma maternidade regional em Vitória da Conquista. A proposta busca fortalecer a rede de saúde materno-infantil no interior da Bahia.
Vitor Azevedo solicita maternidade em Vitória da Conquista • Foto: Divulgação

O deputado estadual Vitor Azevedo protocolou indicação solicitando a construção de uma maternidade regional em Vitória da Conquista. A proposta busca fortalecer a rede de saúde materno-infantil no interior da Bahia.

O deputado estadual Vitor Azevedo (Avante) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia, uma indicação direcionada à secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, solicitando a construção de uma maternidade regional em Vitória da Conquista. A proposta tem como foco a ampliação da rede de saúde materno-infantil no Sudoeste baiano.

Na justificativa, o parlamentar destacou o papel estratégico do município como polo regional de atendimento, ressaltando que a cidade recebe pacientes de mais de 100 municípios, além de demandas provenientes de estados vizinhos. Segundo ele, essa centralização tem gerado sobrecarga significativa na rede pública de saúde local.

O deputado enfatizou que unidades como o Hospital Esaú Matos, apesar de municipal, exercem função regional, o que reforça a necessidade de maior participação do Governo do Estado na estruturação dos serviços especializados. A proposta inclui a implantação de uma maternidade com leitos obstétricos e estrutura de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal.

De acordo com Vitor Azevedo, a iniciativa também conta com apoio institucional do presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Ivan Cordeiro (PL). O objetivo é promover a descentralização dos atendimentos e melhorar os indicadores da saúde materno-infantil na região.

A medida, caso avance no âmbito do Governo da Bahia, pode representar um reforço estrutural importante para o sistema de saúde regional, reduzindo a pressão sobre unidades existentes e ampliando o acesso a serviços especializados para gestantes e recém-nascidos.