Brasília – O ministro Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa de Filipe Martins para ampliar de uma para três horas o tempo de visita de parlamentares autorizados a encontrá-lo na Cadeia Pública de Ponta Grossa, no Paraná.
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| Brasília – O ministro Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa de Filipe Martins para ampliar de uma para três horas • Foto: Reprodução/Agência Brasil |
Defesa buscava ampliação das visitas
A solicitação foi apresentada pelos advogados de Filipe Martins após decisão anterior do magistrado que autorizou a visita do deputado federal Nikolas Ferreira pelo período de uma hora.
No pedido, a defesa argumentou que o tempo deveria ser ampliado para três horas e que a medida fosse estendida aos demais parlamentares autorizados a visitar o ex-assessor.
Fundamentação da decisão
Ao analisar o requerimento, Moraes concluiu que a autorização anteriormente concedida já observava integralmente as normas vigentes da unidade prisional onde Martins está custodiado.
Segundo o ministro, o limite fixado respeita os critérios estabelecidos para visitas nos estabelecimentos penais administrados pela Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná.
Regras da unidade prisional
Na decisão, Moraes destacou que a regulamentação local prevê visitas preferencialmente aos sábados e domingos, nos períodos das 8h às 12h e das 13h às 17h.
A norma também estabelece limite de até três horas semanais de visitação, observando critérios administrativos e de segurança da unidade prisional.
Justificativa apresentada por Moraes
O ministro afirmou que a autorização de uma hora para cada visitante foi definida em conformidade com as regras internas do estabelecimento.
De acordo com a decisão, a medida busca compatibilizar o direito de visita dos custodiados com os procedimentos de organização e segurança exigidos pela administração penitenciária.
Situação atual
Com a nova decisão, permanece em vigor a autorização para visitas parlamentares com duração de uma hora cada, sem ampliação do período solicitado pela defesa.
O caso integra os desdobramentos envolvendo Filipe Martins, condenado a 21 anos de prisão por participação na trama golpista investigada pelo Supremo Tribunal Federal.

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