Secretário da Serin reforça alinhamento interno do grupo governista e afirma que não há crise entre lideranças do PT na Bahia. Declaração foi dada durante entrevista ao podcast Podinquest.
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| Adolpho Loyola nega briga entre Wagner e Rui Costa e reforça unidade do governo da Bahia • Foto: Divulgação |
O secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, negou a existência de briga entre Wagner e Rui Costa.
A declaração foi feita em entrevista e reforça a unidade do grupo político governista.
Loyola destacou ainda o papel de Jerônimo Rodrigues na liderança atual.
O secretário de Relações Institucionais do Estado da Bahia, Adolpho Loyola, afastou qualquer possibilidade de crise interna envolvendo os principais nomes do Partido dos Trabalhadores no estado, ao comentar rumores sobre uma possível briga entre Wagner e Rui Costa.
Durante entrevista ao podcast Podinquest, o gestor foi enfático ao afirmar que não existe conflito entre o senador Jaques Wagner e o ministro Rui Costa, ambos ex-governadores da Bahia e figuras centrais do grupo político governista.
“Esqueça esse negócio de briga de Wagner e de Rui. Os dois foram governadores por oito anos, e ninguém meteu o bedelho no governo de ninguém”, declarou Adolpho Loyola, ao reforçar o discurso de coesão interna.
O secretário também utilizou uma analogia esportiva para ilustrar a importância das lideranças no projeto político estadual. Segundo ele, se o grupo fosse um time de futebol, Rui Costa seria o “camisa 10”, enquanto Jaques Wagner ocuparia o papel de “camisa 9”, ao lado do atual governador Jerônimo Rodrigues, que, segundo ele, representa a nova fase de liderança.
“Rui nos ajuda demais, é um quadro que saiu com 70% e tantos de aprovação, fez o sucessor. Rui foi o camisa 10 do nosso grupo, Wagner o camisa 9. E agora estamos com uma nova liderança, que é Jerônimo”, afirmou.
Loyola ainda reforçou que o grupo político mantém um projeto coletivo para a Bahia, negando qualquer personalização de disputas internas. “Quem continuar apostando nessa briga vai perder dinheiro. Aqui não é projeto de um cidadão”, completou.
A declaração ocorre em meio a especulações políticas recorrentes sobre possíveis divergências entre alas do PT baiano, embora lideranças do partido tenham reiterado publicamente a unidade do grupo governista.

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