Vice-governador participou do lançamento da pré-candidatura de Olívia Santana e destacou a importância de articulação política no Congresso para sustentar projetos do governo federal e estadual.
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| Vice-governador participou do lançamento da pré-candidatura de Olívia Santana • Foto: Carlos Alberto / Divulgação |
O vice-governador Geraldo Júnior defendeu a construção de uma estratégia política baseada em bancada forte na Câmara durante evento em Salvador, neste sábado (25), no lançamento da pré-candidatura de Olívia Santana.
A declaração reforça o alinhamento com os governos de Lula e Jerônimo Rodrigues, além de sinalizar articulação para as eleições de 2026 na Bahia e no cenário nacional.
Durante participação em evento político realizado neste sábado (25), o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior, defendeu a formação de uma bancada forte na Câmara como elemento estratégico para sustentar os projetos dos governos federal e estadual.
A declaração foi feita durante o lançamento da pré-candidatura de Olívia Santana (PCdoB) à Câmara dos Deputados, em Salvador, reunindo lideranças políticas da base governista.
Segundo Geraldo Júnior, o fortalecimento da representação baiana no Congresso Nacional é essencial para garantir continuidade de investimentos e ampliação de políticas públicas. Ele destacou o alinhamento com o presidente Lula e o governador Jerônimo Rodrigues, ambos em processo de articulação política visando as eleições de 2026.
“A construção de uma bancada forte é o que assegura que a Bahia continue avançando com mais obras, investimentos e oportunidades para a população”, afirmou o vice-governador durante o discurso.
A pré-candidatura de Olívia Santana foi apresentada como parte dessa estratégia de ampliação da base aliada em Brasília. Geraldo Júnior ressaltou o histórico político da ex-secretária e sua atuação em defesa de pautas sociais.
“Olívia Santana representa uma liderança com trajetória consolidada e compromisso com a transformação social”, declarou.
No mesmo evento, o vice-governador também fez comparações com a gestão municipal de Salvador, apontando diferenças na execução de políticas públicas. Ele citou dados sobre a rede de saúde estadual e municipal, além de indicadores da educação infantil na capital.
Segundo ele, o Governo da Bahia mantém uma estrutura ampliada de hospitais e maternidades, enquanto a prefeitura enfrentaria limitações na oferta de serviços básicos. As críticas foram direcionadas à gestão da capital como forma de reforçar o discurso de eficiência administrativa do governo estadual.
A movimentação política ocorre em um momento de reorganização das forças partidárias na Bahia, com foco na formação de alianças para as eleições gerais de 2026.

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