Senador do PT reage a críticas da oposição, cita problemas em Salvador na educação e aponta deficiências na rede de saúde da capital baiana.
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| Jaques Wagner - Foto: Reprodução |
O senador Jaques Wagner respondeu a críticas da oposição sobre as áreas de educação e saúde na Bahia. Em declaração pública, ele classificou os opositores como “gaiatos” e afirmou que Salvador enfrenta problemas estruturais nessas áreas, destacando dados sobre o desempenho educacional da capital e a ausência de maternidades.
O senador Jaques Wagner (PT) rebateu, nesta quinta-feira (9), críticas feitas por integrantes da oposição em relação às políticas públicas de educação e saúde no estado da Bahia, adotando um tom duro ao se referir aos adversários políticos.
Durante sua manifestação, Wagner classificou os críticos como “gaiatos” e defendeu a necessidade de análise mais criteriosa sobre os indicadores sociais da capital baiana, destacando problemas estruturais que, segundo ele, ainda persistem em Salvador.
“Tem que se espelhar em quem faz bem pra tentar fazer bem. Aí eu vejo uma porção de gaiato falando de educação, quando a nossa capital é a terceira pior capital em educação do Brasil. Eu vejo um monte de gaiato falando de regulação de saúde, quando a nossa capital não tem uma maternidade para uma mãe soteropolitana ter filho aqui”, declarou o senador.
A fala do parlamentar reforça a crítica às condições da rede pública de educação e saúde em Salvador, apontando indicadores que, segundo ele, expõem fragilidades históricas na gestão municipal da capital baiana.
Wagner também destacou a importância de planejamento e continuidade administrativa para a obtenção de resultados concretos. Em sua avaliação, políticas públicas não apresentam mudanças estruturais em curto prazo, sendo necessário um processo mais longo para consolidação de melhorias.
“Falar é fácil, agora fazer e tá feito é o difícil. Você tá fazendo, tá feito e eu tô esperando que chegue mais. Agora você vai ter que projetar um pouquinho pra frente, né? Porque não vai dar para em seis meses para fazer muito mais”, complementou.
As declarações ocorrem em meio a um ambiente de debate político sobre os rumos das políticas públicas na Bahia, especialmente nas áreas de maior sensibilidade social, como educação e saúde.

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