Manifestação expõe impasse entre prefeitura e Codevasf, que ainda não autorizou continuidade da pavimentação no bairro Jequiezinho.

Moradores do Loteamento Vila Aeroporto, em Jequié, protestaram contra a paralisação da pavimentação. A prefeitura atribui o atraso à falta de autorização da Codevasf, gerando impasse institucional na Bahia.
Protesto em Jequié expõe impasse entre prefeitura e Codevasf por obra de pavimentação travada • Foto: Prefeitura de Jequié 

Moradores do Loteamento Vila Aeroporto, em Jequié, protestaram contra a paralisação da pavimentação. A prefeitura atribui o atraso à falta de autorização da Codevasf, gerando impasse institucional na Bahia.

Moradores do Loteamento Vila Aeroporto, localizado no bairro Jequiezinho, em Jequié, realizaram uma manifestação na manhã desta sexta-feira (24) para cobrar a retomada das obras de pavimentação na localidade. O protesto evidenciou o cenário de insatisfação popular diante da paralisação do projeto.

Em nota oficial, a Prefeitura de Jequié informou que a primeira etapa da obra foi concluída com recursos do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS). No entanto, a continuidade dos serviços encontra-se interrompida, segundo a gestão municipal, devido à ausência de autorização por parte da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba).

De acordo com o posicionamento institucional, após a interrupção, a Codevasf solicitou a elaboração de um novo projeto técnico de pavimentação. A prefeitura afirma que o documento já foi revisado, atualizado e encaminhado ao órgão federal, aguardando análise e liberação para prosseguimento da obra.

O impasse entre os órgãos públicos tem gerado impacto direto na população local, que cobra celeridade na execução da infraestrutura prometida. A situação também levanta questionamentos sobre a articulação entre entes municipais e federais na condução de projetos urbanos.

A paralisação prolongada da pavimentação reforça o desgaste político da gestão municipal, especialmente diante da pressão popular e da visibilidade gerada pelo protesto. Enquanto isso, moradores seguem aguardando uma definição que permita a retomada efetiva das obras.