Senador afirma que democracia deve ser marcada pelo confronto de ideias e reforça participação popular na construção do programa de governo na Bahia.
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| Jaques Wagner defende eleições baseadas no diálogo • Foto: Erickson Araújo/Divulgação |
Durante a Plenária Territorial do Programa de Governo Participativo (PGP), realizada neste sábado (30), em Paulo Afonso, o senador Jaques Wagner, do PT, defendeu que o processo eleitoral seja conduzido por meio do diálogo e da apresentação de propostas, sem espaço para ataques pessoais entre adversários políticos.
Pré-candidato à reeleição ao Senado, Jaques Wagner afirmou que a democracia deve ser um ambiente de debate de ideias e de avaliação das realizações de cada projeto político. Segundo ele, a disputa eleitoral precisa ser pautada pelo confronto de argumentos e não pela troca de ofensas.
“Aprendi isso na escola do presidente Lula. Acho que a democracia não é território de xingamento, mas sim do confronto de argumentos. Do confronto do que a gente realizou e entregou”, declarou o senador durante o evento.
Participação popular como eixo da política
Ao abordar a importância da participação cidadã, Jaques Wagner destacou que a política continua sendo uma das principais ferramentas de transformação social e desenvolvimento das cidades, estados e do país.
De acordo com o parlamentar, as decisões políticas influenciam diretamente a qualidade dos serviços públicos, os investimentos e a melhoria das condições de vida da população.
“Sempre digo que a política é a mais nobre das atividades humanas, pois é através dela que colocamos o nosso país para melhorar ou piorar. É pela política que a gente coloca nosso estado ou cidade para melhorar ou piorar”, afirmou.
Programa de Governo Participativo amplia escuta popular
Durante a plenária, o senador também detalhou o funcionamento do Programa de Governo Participativo, iniciativa utilizada pelo grupo político para recolher sugestões e demandas da população baiana na elaboração de propostas para os próximos anos.
Segundo Jaques Wagner, além dos encontros presenciais realizados nos territórios do estado, a população também pode contribuir por meio de plataformas digitais, ampliando o alcance da consulta pública.
O petista explicou que a proposta é ouvir representantes de diversos segmentos da sociedade, incluindo gestores municipais, lideranças políticas, empresários e integrantes da sociedade civil organizada.
“Funciona também na internet, acolhendo as sugestões da população, pois como Lula diz, quem sabe onde o sapato aperta é o dono do calo”, afirmou.
Caravana percorre municípios baianos
O senador destacou ainda que as plenárias vêm sendo realizadas em diferentes regiões da Bahia como parte do processo de construção coletiva das propostas que integrarão o programa de governo.
Segundo ele, o objetivo é identificar os principais desafios enfrentados pela população em cada território e reunir contribuições que possam orientar futuras ações administrativas e políticas.
A agenda do Programa de Governo Participativo tem mobilizado lideranças locais e representantes de diversos setores, fortalecendo o processo de escuta promovido pelo grupo político.
Próximos passos
As plenárias territoriais devem continuar ocorrendo em diferentes municípios baianos ao longo dos próximos meses. As contribuições recolhidas serão incorporadas ao processo de elaboração das propostas que deverão nortear as futuras campanhas eleitorais do grupo político no estado.
A expectativa é que novos encontros ampliem a participação popular e consolidem um diagnóstico regional das principais demandas apresentadas pela população baiana.
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