Deputado do PT cita força do governo Lula e avalia cenário eleitoral com impacto na disputa pelo governo estadual.
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| Robinson Almeida avalia política na Bahia e projeta impacto de Lula contra ACM Neto nas eleições estaduais • Foto: Luana Neiva/Bahia.ba |
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) analisou o cenário político da Bahia e afirmou que a influência do presidente Lula deve dificultar uma vitória de ACM Neto em futuras eleições ao governo.
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) avaliou, nesta segunda-feira (4), o cenário político baiano e projetou dificuldades para o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, em uma eventual disputa pelo governo do estado. A declaração foi concedida durante entrevista à BandNews.
Segundo o parlamentar, a influência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue como fator decisivo nas eleições estaduais. Com base em dados recentes de pesquisa Quaest, Robinson destacou que cerca de 47% do eleitorado baiano demonstra preferência por candidatos alinhados ao governo federal, reforçando o peso do lulismo na Bahia.
Durante a entrevista, o deputado afirmou que a estratégia de oposição direta ao presidente pode gerar impacto negativo. “Colocar o presidente Lula como opositor é se enterrar”, declarou. Para ele, o cenário atual favorece grupos políticos ligados ao governo federal e dificulta o avanço de candidaturas da oposição no estado.
Robinson também analisou a organização do campo oposicionista, destacando ausência de definição clara sobre liderança nacional. De acordo com o parlamentar, essa indefinição enfraquece o grupo político adversário, especialmente no contexto da política baiana.
Ao comentar o desempenho do governo estadual, o deputado ressaltou que a atual gestão apresenta volume significativo de entregas administrativas, o que, na avaliação dele, fortalece a posição do grupo governista para futuras disputas eleitorais.
Por fim, Robinson Almeida projetou um cenário eleitoral desfavorável para ACM Neto, indicando possibilidade de derrota ainda no primeiro turno. A análise, segundo ele, está diretamente relacionada à manutenção da força política do presidente Lula no estado e ao desempenho da gestão atual.

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