Levantamento do Instituto Real Time Big Data indica vantagem do ex-prefeito do Recife na corrida pelo governo de Pernambuco, com cenário competitivo no segundo turno.
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| Pesquisa Real Time Big Data aponta João Campos à frente em Pernambuco • Foto: Matheus Ribeiro/Folha de Pernambuco; Davi de Queiroz/Folha de Pernambuco |
Recife – Pesquisa do Instituto Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (11) revela um cenário de forte competitividade na disputa pelo Governo de Pernambuco, com liderança do ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), sobre a atual governadora Raquel Lyra (PSD) na corrida eleitoral de 2026.
Contexto da disputa eleitoral
O levantamento indica João Campos com 45% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Raquel Lyra aparece com 40%, configurando uma diferença de cinco pontos percentuais dentro da margem de erro. O ex-vereador Ivan Moraes (PSOL) registra 3%, e Renan Hallais (Missão) não pontua.
Brancos e nulos somam 6%, enquanto outros 6% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.
Cenário de segundo turno
No cenário projetado de segundo turno, João Campos mantém vantagem, com 46%, contra 41% de Raquel Lyra. O resultado reforça um quadro de disputa polarizada entre as principais lideranças políticas do estado.
Impacto político imediato
A diferença reduzida entre os dois principais nomes sugere uma corrida eleitoral ainda em aberto, com possibilidade de variações significativas conforme o avanço do calendário político e a consolidação de alianças regionais.
Repercussões no cenário eleitoral
O desempenho de João Campos consolida sua posição como principal nome da oposição em Pernambuco, enquanto Raquel Lyra mantém base competitiva como governadora em exercício, em um ambiente de disputa altamente equilibrado.
Possíveis desdobramentos
A tendência observada indica que estratégias de comunicação, alianças partidárias e avaliação da gestão estadual devem ter peso decisivo na definição do quadro eleitoral até 2026.
Leitura institucional
O cenário também sugere um ambiente de disputa técnica e fragmentada, com baixa vantagem consolidada, o que tende a ampliar a relevância de campanhas regionais e articulações políticas em Brasília.

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