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Geddel Vieira Lima chama chapa de ACM Neto de “suruba” após debate sobre alianças nacionais na Bahia

Declaração expõe tensão nos bastidores políticos e evidencia divergências estratégicas sobre alinhamento presidencial nas eleições.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima criticou duramente a composição política liderada por ACM Neto, classificando a aliança como “suruba” após declarações sobre liberdade partidária nas eleições presidenciais.
Geddel Vieira Lima - Foto: Reprodução/YouTube 

O ex-ministro Geddel Vieira Lima criticou duramente a composição política liderada por ACM Neto, classificando a aliança como “suruba” após declarações sobre liberdade partidária nas eleições presidenciais.

O cenário da política baiana voltou a esquentar após declarações do ex-ministro e figura influente do MDB na Bahia, Geddel Vieira Lima, que atacou publicamente a composição política do grupo liderado por ACM Neto (União Brasil).

A crítica foi feita no último sábado (11), por meio das redes sociais, onde Geddel reagiu diretamente à fala de ACM Neto sobre a possibilidade de partidos aliados adotarem diferentes candidatos à Presidência da República. Segundo o emedebista, essa flexibilidade compromete a coerência política da chapa.

“Essa posição caracteriza o que chamo de chapa SURUBA”, escreveu o ex-ministro, em tom irônico e crítico. Ele ainda associou a situação à música “Vira-Vira”, do grupo Mamonas Assassinas, reforçando o caráter satírico da declaração.

A fala de Geddel surge após ACM Neto admitir, em entrevista concedida na última terça-feira (7), que sua base política na Bahia pode conviver com múltiplos alinhamentos no plano nacional. O ex-prefeito destacou que partidos aliados possuem autonomia para decidir seus apoios na disputa presidencial.

“Talvez a gente conviva com três ou quatro diferentes opções de candidaturas nacionais adotadas por partidos que integram a nossa base na Bahia”, afirmou ACM Neto, defendendo o que classificou como maturidade política.

Entre os exemplos citados, estão o ex-ministro João Roma, que declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro, e o ex-deputado José Carlos Aleluia, que apoia o governador Romeu Zema. Segundo ACM Neto, essas diferenças devem ser respeitadas dentro da aliança.

A declaração de Geddel, no entanto, evidencia um ponto sensível nos bastidores da política baiana: a dificuldade de conciliar interesses regionais com estratégias nacionais. O episódio reforça o clima de polarização e disputa narrativa que deve marcar o período pré-eleitoral no estado.

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