Declaração de representante ligado ao governo dos EUA provoca reação institucional e amplia debate político sobre respeito e diplomacia.
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| Janja reage a fala polêmica • Foto: José Cruz/Agência Brasil |
A primeira-dama Janja reagiu publicamente às declarações de um enviado ligado a Donald Trump que ofendeu mulheres brasileiras. O caso ganhou repercussão política e institucional, inclusive na Bahia.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva (Janja) se manifestou nesta sexta-feira (24) após declarações controversas do enviado especial para assuntos globais do presidente norte-americano Donald Trump, Paolo Zampolli. A reação ocorreu por meio das redes sociais, após a repercussão internacional das falas consideradas ofensivas.
Durante entrevista à emissora italiana Rai 3, Zampolli afirmou que mulheres brasileiras seriam “programadas para causar problemas” e utilizou termos depreciativos ao comentar sobre sua ex-esposa, a modelo brasileira Amanda Ungaro, com quem foi casado por duas décadas.
Em resposta, Janja repudiou o conteúdo das declarações e destacou o papel social e a autonomia das mulheres brasileiras. “Não somos programadas para nada. Somos pessoas com voz, com sonhos, e lutamos diariamente para viver com dignidade e liberdade”, afirmou.
A primeira-dama também classificou como inaceitáveis as expressões utilizadas, reforçando que tais falas não representam a realidade das mulheres do país. O posicionamento repercutiu amplamente no cenário político, ampliando discussões sobre respeito, gênero e relações diplomáticas.
No contexto político, o episódio ocorre em um momento sensível das relações internacionais e pode gerar desdobramentos institucionais, especialmente em debates envolvendo diplomacia, direitos das mulheres e posicionamento do governo brasileiro. Na Bahia, lideranças políticas e sociais também passaram a repercutir o caso, evidenciando o alcance nacional da controvérsia.
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