Levantamento indica vantagem do senador no cenário de segundo turno e empate técnico no primeiro turno entre os dois principais nomes.
Pesquisa realizada em abril mostra que Flávio Bolsonaro lidera um eventual segundo turno contra Lula entre eleitores paulistas, enquanto no primeiro turno há empate técnico com leve vantagem numérica para o senador.
Um levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisas revela que o senador Flávio Bolsonaro aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno na disputa presidencial entre eleitores do Estado de São Paulo.
De acordo com os dados, Flávio Bolsonaro registra 48,1% das intenções de voto, enquanto Lula soma 40,3%. O levantamento aponta ainda que 7,2% dos entrevistados optariam por voto branco, nulo ou nenhum dos candidatos, enquanto 4,3% não souberam ou preferiram não opinar.
A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 14 de abril, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. Na comparação com o levantamento anterior, realizado em fevereiro, os dois principais nomes oscilaram dentro da margem de erro: à época, Flávio Bolsonaro tinha 49,1%, enquanto Lula aparecia com 38,2%.
No cenário de primeiro turno, o estudo indica um empate técnico entre os dois candidatos mais bem posicionados. Flávio Bolsonaro lidera numericamente com 39,3%, enquanto Lula registra 36% das intenções de voto entre os paulistas.
Outros nomes aparecem com percentuais mais baixos e próximos entre si. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, soma 2,9%, seguido por Romeu Zema, com 2,6%. Já Renan Santos aparece com 2,1%, enquanto Augusto Cury registra 1,8%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08453/2026, garantindo transparência metodológica e rastreabilidade das informações.
O cenário apresentado reforça a polarização entre os principais nomes da política nacional e evidencia a relevância do eleitorado paulista nas projeções eleitorais. Especialistas apontam que, apesar da vantagem numérica de Flávio Bolsonaro no segundo turno, o quadro permanece aberto, sobretudo diante das oscilações dentro da margem de erro e da dinâmica política ao longo do período eleitoral.
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