Secretário do PT questiona posicionamento político do ex-prefeito de Salvador e aponta inconsistências em alianças nacionais.
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| Éden Valadares acusou ACM Neto de evitar assumir publicamente apoio ao grupo político ligado a Jair Bolsonaro.|📷: Reprodução/BNews |
Durante entrevista à rádio Baiana FM, Éden Valadares acusou ACM Neto de evitar assumir publicamente apoio ao grupo político ligado a Jair Bolsonaro, levantando dúvidas sobre sua estratégia eleitoral.
O secretário nacional de Comunicação do Partido dos Trabalhadores, Éden Valadares, fez duras críticas ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, ao analisar o cenário político nacional e possíveis alianças para as próximas eleições.
A declaração foi concedida nesta sexta-feira (17), durante entrevista ao programa Giro Baiana, da rádio Baiana FM (89,3), onde o dirigente petista questionou a postura adotada pelo ex-gestor da capital baiana.
Segundo Valadares, ACM Neto não teria assimilado os resultados das eleições anteriores, especialmente no que se refere à transparência de seus posicionamentos políticos. “Não me parece que ACM Neto tenha aprendido tanto com a eleição passada, porque ele não admite ser aliado e que vai apoiar o filho de Bolsonaro”, afirmou.
O secretário também colocou em dúvida declarações atribuídas ao ex-prefeito sobre um possível apoio ao governador de Goiás, Ronaldo Caiado, em uma eventual disputa presidencial. Para Valadares, essa sinalização não encontra respaldo na prática política. “Essa história de que vai votar em Caiado, ninguém acredita”, declarou.
Durante a entrevista, o dirigente do PT relembrou ainda o comportamento de ACM Neto nas eleições de 2018. De acordo com ele, o ex-prefeito teria indicado apoio ao então candidato Geraldo Alckmin, mas posteriormente reconheceu voto em Jair Bolsonaro apenas no segundo turno.
Para Valadares, esse histórico reforça a percepção de que há uma estratégia de evitar associações diretas com figuras políticas de alta rejeição no estado. “Ele tem medo de admitir que está apoiando o filho de Bolsonaro [...] porque o povo da Bahia rejeita Bolsonaro”, afirmou.
A declaração ocorre em meio ao fortalecimento das articulações políticas visando o próximo ciclo eleitoral, no qual alianças e posicionamentos públicos tendem a desempenhar papel decisivo. O episódio evidencia os bastidores da política baiana e a disputa por narrativa entre diferentes grupos políticos no estado.
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