Pré-candidato ao Senado afirma que promessas não cumpridas impactam cenário político e economia do estado.
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| João Roma critica PT na Bahia e aponta decepção popular, alta carga tributária e promessas não cumpridas. | 📷 Max Haack/Divulgação |
Durante agenda em Feira de Santana, o ex-ministro e pré-candidato ao Senado, João Roma, fez críticas à gestão do PT na Bahia, destacando insatisfação popular, alta carga tributária e promessas não cumpridas em infraestrutura.
O pré-candidato ao Senado e presidente estadual do PL, João Roma, afirmou que há um sentimento crescente de decepção popular com os governos do Partido dos Trabalhadores na Bahia. A declaração foi dada durante entrevista à rádio Sociedade News, em Feira de Santana, um dos principais polos políticos e econômicos do interior baiano.
Segundo Roma, a percepção negativa tem sido observada em diversas regiões do estado. Para ele, ao longo de duas décadas de administração petista, houve um descompasso entre discurso e prática. “Foram muitas promessas. A realidade é que nós estamos testemunhando 20 anos de um período do PT na Bahia onde são feitas bonitas propagandas no período eleitoral, mas o PT não entrega o que promete”, declarou.
O ex-ministro também avaliou que esse cenário tem influenciado diretamente a avaliação do governo estadual, mencionando aumento na rejeição ao atual governador, Jerônimo Rodrigues. De acordo com Roma, parte do eleitorado já demonstra insatisfação com a condução administrativa e busca alternativas políticas. “A população quer mudança. Ninguém aguenta mais um governo que transfere responsabilidade”, afirmou.
No campo econômico, o dirigente do PL criticou a carga tributária praticada na Bahia, classificando-a como um entrave ao desenvolvimento. Ele destacou que o estado figura entre aqueles com maior ICMS do país, o que, segundo sua análise, impacta negativamente o setor produtivo e a geração de empregos.
As críticas também foram direcionadas ao ex-governador e atual ministro da Casa Civil, Rui Costa. Roma mencionou o aumento linear de 1% no imposto estadual ao final da gestão, classificando a medida como prejudicial à economia baiana. “A Bahia fica entre os três estados com ICMS mais caro”, pontuou.
Em relação à infraestrutura, o pré-candidato citou problemas na BR-324, principal ligação entre Salvador e Feira de Santana, destacando falhas na manutenção e transtornos enfrentados pela população. Ele também mencionou promessas não cumpridas, como a duplicação da BR-101 e intervenções na ponte sobre o Rio Jequitinhonha, que, segundo ele, seguem sem solução definitiva.
As declarações de Roma reforçam o tom de disputa política antecipada no estado, em um contexto de reorganização das forças partidárias visando as próximas eleições. O debate sobre gestão, infraestrutura e economia tende a ganhar protagonismo no cenário político baiano nos próximos meses.
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